
Disfagia e Alimentação Segura no Paciente Hospitalizado
A segurança alimentar no ambiente hospitalar vai muito além da nutrição: ela pode ser determinante para a recuperação do paciente.
A Revista Brazilian Journal of Development, publicou recentemente artigo intitulado “Análise teórico-epistêmica da violência baseada em gênero: a vulnerabilidade da mulher durante o distanciamento social” de autoria da coordenadora de Enfermagem da Fasam, Angela Gilda Alves, juntamente com os professores Edinamar Aparecida Santos da Silva, Flaviane Cristina Rocha Cesar, Maria Alves Barbosa, Dolors RodríguezMartín, Lizete Malagoni de Almeida Cavalcante Oliveira, Sara Oliveira Souza e José André da Costa.
O trabalho aborda a pandemia relacionada ao COVID-19 que impactou diferentes segmentos sociais, econômicos e culturais em âmbito global. Neste contexto, destaca o aumento de casos de violência contra a mulher que tem apresentado crescimento no índice de frequência e pode revelar traços de risco latentes na sociedade que constituem fatores de riscos para as vítimas. O estudo realizou uma análise teórico epistêmica identificando o contexto histórico, características e novas manifestações da violência contra a mulher no contexto do Covid-19.
“Nós concluímos que a violência contra a mulher é um fenômeno que precisa ser analisado na perspectiva social e cultural, com destaque para aspectos de vulnerabilidade que acompanham as vítimas. O aumento da frequência de casos de violência doméstica expõe um fenômeno já existente, banalizado e suprimido. Assim, enfatiza-se a necessidade de ações intersetoriais sobre os determinantes e condicionantes sociais da violência à mulher”, explica Ângela Gilda.
Para ler o artigo na íntegra, acesse o link: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/13248

A segurança alimentar no ambiente hospitalar vai muito além da nutrição: ela pode ser determinante para a recuperação do paciente.

A UNIFASAM torna público seu Relatório de Transparência e Igualdade Salarial do 1º semestre de 2026, destacando que a remuneração feminina equivale a 103,6% da masculina em um quadro de colaboradores 50% feminino, reafirmando seu compromisso com a equidade, diversidade e inclusão no ambiente de trabalho.

O professor Dr. Iury Castro , juntamente com o Dr. Marcel Farret, com a Dra. Neide Almeida, presidente da Associação Brasileira de Ortodontia – seção Goiás (ABOR-GO) e com a Prof. Karine Evangelista, falaram sobre o tema Ortodontia Tradicional, em um podcast, em uma troca rica em conhecimento, experiências clínicas e reflexões sobre a base da especialidade.