
Disfagia e Alimentação Segura no Paciente Hospitalizado
A segurança alimentar no ambiente hospitalar vai muito além da nutrição: ela pode ser determinante para a recuperação do paciente.
Comunicação e Marketing
Mais próximos da prática, os alunos são capazes de pensar políticas públicas em saúde com mais facilidade
Diante da Campanha de Vacinação Contra a Covid-19, em Aparecida de Goiânia e os intensivos trabalhos do município realizados pela equipe de imunização da Secretaria Municipal de saúde da cidade, o departamento de Relacionamento e de Comunicação e Marketing vislumbraram a oportunidade de disponibilizar alguns alunos para ajudar no processo durante a vacinação. Por meio de um convênio, alguns alunos foram enviados para Aparecida, onde são responsáveis pela transcrição de dados num software que é enviado ao governo federal.
A aluna Aline Caixeta nos contou sobre a aplicação dos conteúdos da sala de aula por meio dessa atividade: “o que eu pude assimilar, foi o quanto a enfermagem gerencia e coordena praticamente tudo, consegui relacionar com Administração em Enfermagem e também com a disciplina de Ética.”
Segundo a professora Eurides, do curso de Enfermagem da Fasam, esse tipo de contato com o mercado é essencial para os alunos, “A aproximação da teoria e da prática, ir a campo e vivenciar o processo da alimentação de banco de dados é de extrema importância, ainda mais neste tempo pandêmico. Isso ajuda os alunos a pensarem políticas públicas em saúde, além de mostrar para o aluno na prática como o sistema de saúde pública é construído.” Afirma a professora. Hoje, a faculdade tem 8 alunos prestando serviços na Central de Imunização de Aparecida de forma escalonada, de acordo com a disponibilidade de cada aluno. Ao final desta atividade todos os alunos devem receber horas complementares.

A segurança alimentar no ambiente hospitalar vai muito além da nutrição: ela pode ser determinante para a recuperação do paciente.

A UNIFASAM torna público seu Relatório de Transparência e Igualdade Salarial do 1º semestre de 2026, destacando que a remuneração feminina equivale a 103,6% da masculina em um quadro de colaboradores 50% feminino, reafirmando seu compromisso com a equidade, diversidade e inclusão no ambiente de trabalho.

O professor Dr. Iury Castro , juntamente com o Dr. Marcel Farret, com a Dra. Neide Almeida, presidente da Associação Brasileira de Ortodontia – seção Goiás (ABOR-GO) e com a Prof. Karine Evangelista, falaram sobre o tema Ortodontia Tradicional, em um podcast, em uma troca rica em conhecimento, experiências clínicas e reflexões sobre a base da especialidade.